©Alice Fassó
Como se Faz
Aprenda sobre sistemas produtivos ligados à biodiversidade e cultura alimentar brasileira. De onde vem? Como são cultivados, extraídos e beneficiados os alimentos?

Oficina do Gosto Caatinga

Aula de cozinha utilizando alimentos da sociobiodiversidade do bioma Caatinga, bioma exclusivamente brasileiro, cujo nome vem do tupi (mata branca). Umbu, maracujá da caatinga, farinha de mandioca e queijo meia-cura baiano, mas principalmente as raças nativas de caprinos e ovinos, e as técnicas de conservação ligadas à manta de bode são o foco da oficina. Nela, a cozinheira Bruna Moreira, nascida no interior da Bahia na região do semiárido, demonstra como preparar sua manta de bode, pirão de leite cremoso e vinagrete de milho verde.

Agradecimento ao restaurante Ori

Oficina do Gosto Pantanal

Aula de cozinha e bate-papo acerca da sociobiodiversidade do Pantanal, bioma rico, localizado em uma região de fronteira, onde nasce uma comida única, da simbiose com diferentes culturas. Caju, guavira, queijo nicola, carne orgânica do Pantanal, cumbaru e farinha de Anastácio são o foco da oficina. Nela, o cozinheiro Paulo Machado, fundador do Instituto Paulo Machado em Campo Grande, Mato Grosso do Sul e autor do livro Cozinha Pantaneira, demonstra como preparar um macarrão de comitiva diferente, substituindo a carne seca pela polpa de caju, que tem textura e sabor incríveis.

Agradecimento ao Instituto Paulo Machado

Oficina do Gosto Amazônia

Peixe de rio, farinha de carimã, farinha bragantina, jambu, tucupi, cubiu, tucumã e açaí são o foco da oficina. Nela, o cozinheiro e cofundador do Ponto de Cultura Alimentar Iacitatá Carlos Ruffeil, demonstra como preparar o pyra (peixe em tupi) que serve diariamente no Iacitatá, feito com com farinha de carimã e na gordura de porco. Para acompanhar: pirão de farinha d’água bragantina, maniçoba moqueada preparada a lenha e com técnicas de moquém pelas mulheres do Slow Food Comunidade Chicano, tacacarana, arroz e salada Iacitatá, feita com os vegetais da época e também servida diariamente em sua cozinha.

Agradecimento ao Ponto de Cultura Iacitatá

Oficina do Gosto Mata das Araucárias

Aula de cozinha e bate-papo acerca da sociobiodiversidade da Mata de Araucárias. Pinhão, frutas alimentícias não convencionais e frutas nativas como araçá, uvaia e butiá e o sistema de criação agroecológica do porco moura, raça resgatada pela UFPR, e seu preparo, são o foco da oficina. Nela, a cozinheira e proprietária do restaurante Girassol, Rosane Radecki, ensina o preparo do porco moura acompanhado de quirera de milho criolo orgânico, moído na pedra.

Oficina do Gosto Bioma Pampas

Aula de cozinha e bate-papo acerca da sociobiodiversidade do Pampa, bioma cujo nome tem origem aimará e quéchua e significa “Planície”. Ingredientes regionais como ovelha crioula, butiá e erva-mate e reflexões sobre as influências do processo migratório europeu na formação da cultura alimentar gaúcha são o foco principal dessa oficina. Nela, o cozinheiro Israel Dedéa, proprietário do restaurante Champenoise Bistrô em Pinto Bandeira e co-fundador do projeto Seiva – Agrofloresta, demonstra como preparar um espinhaço de ovelha crioula assado em forno a lenha com mostarda de butiá acompanhado de aipim em crosta de erva mate e farofa de pinhão.

Agradecimento à La Coronilla

Oficina do Gosto do Bioma Mangue

Aula de cozinha e bate-papo com foco na sociobiodiversidade do Bioma Mangue e reflexões a respeito do consumo consciente de pescados. Peixes e mariscos dos manguezais da Baía de Todos os Santos, e o movimento Slow Fish, são o foco da oficina. Nela o cozinheiro Fabrício Lemos, dono dos restaurantes Origem e Ori junto com Lisiane Arouca, em Salvador-BA, demonstra como preparar um carapeba com beurre blanc de maracujá, acompanhado de farofa de cuscuz com aratu e licuri.

Agradecimento ao restaurante Ori

oficina do Gosto Mata Atlântica

Aula de cozinha e bate-papo acerca da sociobiodiversidade da Mata Atlântica, bioma de floresta tropical que abrange a costa leste, sudeste e sul do Brasil. Juçara, palmeira rainha da Mata Atlântica, é o foco da oficina. Nela, a cozinheira e consultora Ana Soares irá demonstrar receitas de sal e do açúcar usando seu fruto e coração (palmito).

Agradecimento à Escola Wilma Kovesi de Cozinha

Oficina do Gosto do Cerrado

Aula de cozinha e bate-papo acerca da sociobiodiversidade do Cerrado, também conhecido como Savana Brasileira e segundo maior bioma do Brasil. Frutos do cerrado como barú , jatobá , cajuzinho do Cerrado , mangaba , mamacadela , pequi , cagaita e pimenta de macaco são o foco da oficina. Nela, a educadora, cozinheira, e proprietária do restaurante Buriti Zen, Ana Paula Boquadi, demonstra como preparar um Brownie de jatobá com baru e sorvete de cajuzinho do Cerrado, utilizando os frutos do Cerrado da Madalena, extrativista que trabalha há 6 anos com a colheita de frutos do Cerrado brasileiro.

Em parceria com chef Simon Lau

Slow Food e Fida: Empoderamento de Jovens Indígenas e Suas Comunidades para a Defesa e Promoção do Patrimônio Alimentar

Como se faz? Pão de Waraná Sateré - Mawé?

Como se faz Farinha Kiriri?

Como se faz? Óleo de Pequi do Xingu

Essa série de vídeos é fruto da parceria entre a Associação Slow Food do Brasil e o Senac Sergipe, Senac Piauí, Senac Maranhão e Senac Bahia. A curadoria e produção dos vídeos foi feita pelo  SENAC.

As catadoras de mangaba de Sergipe

A moqueca de caju do Piauí

A vinagreira e o Cuxá do Maranhão

Pescado Afroamerídio

Arroz Vermelho

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Terra Madre Brasil 2020

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